Querido Deus, depois de muito pensar e não compreender na totalidade os acontecimentos atuais, recorri a sua Palavra e deparei-me com o seguinte texto: "A maldade vai se espalhar tanto, que o amor de muitos esfriará" (Mateus 24:12). Por isso, Deus gostaria, na minha pequenez e simplicidade, ouvir do Senhor, de uma forma bem singela, respostas às minhas indagações.
Como o ser humano é capaz em nome do amor destruir a vida, a felicidade e a liberdade de outra pessoa? Se amasse de verdade não deveria preservar o objeto deste amor?
Como alegar que somos humanos, se somos capazes de roubar do outro o direito de ter paz, conforto e esperança? Ou mesmo impedir que sequer tenha esperança de um dia ser feliz?
Como alegar que somos pais, mães e filhos obedientes e amorosos, se não respeitamos o outro que também é pai, mãe e filho?
Como alegar que somos civilizados, se somos seres intolerantes com as diferenças de gênero, raciais, religiosas ou sexuais?
Ah Deus... Como suportar tamanha dor, aflição e rancor em nossos corações, se sequer temos um verdadeiro amor?
Vivemos num mundo da informação, globalizado, das novas tecnologias e das redes sociais. Ler, ouvir, ver e compartilhar fazem parte de nossas vidas e relações. Porquê então não compartilhamos a paz, o amor, o carinho, a solidariedade e as paixões? Porquê nos tornamos seres tão egoístas e individualistas, se na verdade o Senhor nos fez seres sociais?
Deus, tenha misericórdia de nós, de nossas vidas e de nossas tão indiscretas razões! Razões para matar, para roubar e corromper. Razões estas que nos levariam à felicidade, mas que na verdade nos levam pelo caminho do maldade e em descompasso com o amor. Oremos.
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
Felicidade
É viver um dia de cada vez
É ser de verdade aquilo que você quer ser
É poder olhar através do espelho e ver o brilho nos próprios olhos
É existir, simplesmente existir e não se esconder da vida!
Sinta o calor do dia, e a brisa do luar.
Veja o brilho das estrelas, e a beleza de amar.
Ouça o choro da criança, e o suspiro do apaixonar.
Viva, viva, viva, viva e seja feliz!
Felicidade é isto, simplesmente ser feliz pela vida,
pela família, pelo esposa ou esposo, pelos filhos e por seu lar.
Felicidade é poder recordar dos dias passados e não se arrepender,
e mais, é olhar para frente, ter esperança e querer viver...
Felicidade é não sofrer por aquilo que é idéia ou imaginações,
deixe as aflições para os dias aflitos, e a alegria para os dias infinitos.
Seja feliz agora, neste instante, e não deixe de viver.
Sorria hoje e sempre, e deixe a felicidade acontecer!
Autor: Raul Nogueira Nogstory
Twitter: @nogstory
E-mail: nogstory@hotmail.com / nogstory@gmail.com
É ser de verdade aquilo que você quer ser
É poder olhar através do espelho e ver o brilho nos próprios olhos
É existir, simplesmente existir e não se esconder da vida!
Sinta o calor do dia, e a brisa do luar.
Veja o brilho das estrelas, e a beleza de amar.
Ouça o choro da criança, e o suspiro do apaixonar.
Viva, viva, viva, viva e seja feliz!
Felicidade é isto, simplesmente ser feliz pela vida,
pela família, pelo esposa ou esposo, pelos filhos e por seu lar.
Felicidade é poder recordar dos dias passados e não se arrepender,
e mais, é olhar para frente, ter esperança e querer viver...
Felicidade é não sofrer por aquilo que é idéia ou imaginações,
deixe as aflições para os dias aflitos, e a alegria para os dias infinitos.
Seja feliz agora, neste instante, e não deixe de viver.
Sorria hoje e sempre, e deixe a felicidade acontecer!
Autor: Raul Nogueira Nogstory
Twitter: @nogstory
E-mail: nogstory@hotmail.com / nogstory@gmail.com
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Ser humano...
Ser humano, eis a questão!
racionalismo, sentimentos e emoções.
Ser que chora, se alegra
e perde a razão.
Ser concebido, desventurado...
que ao longo da vida
reencarna costumes e tradições.
Ser humano do século XXI:
globalizado, interligado
e virtualizado.
Contudo, sem referência
Relativizado e individualizado.
Ser o quê?
se abrimos mãos dos princípios da ética,
da herança e da religião?
Ser hoje não importa mais...
Afinal, ter é a única motivação.
Autor: Raul Nogueira Santos Filho
Twitter: @nogstory
E-mails: nogstory@gmail.com / nogstory@hotmail.com
racionalismo, sentimentos e emoções.
Ser que chora, se alegra
e perde a razão.
Ser concebido, desventurado...
que ao longo da vida
reencarna costumes e tradições.
Ser humano do século XXI:
globalizado, interligado
e virtualizado.
Contudo, sem referência
Relativizado e individualizado.
Ser o quê?
se abrimos mãos dos princípios da ética,
da herança e da religião?
Ser hoje não importa mais...
Afinal, ter é a única motivação.
Autor: Raul Nogueira Santos Filho
Twitter: @nogstory
E-mails: nogstory@gmail.com / nogstory@hotmail.com
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Tragédia de Realengo... uma desesperança!
O significado da palavra tragédia nos reporta ao mundo grego de outrora, em que peças de teatro eram produzidas para entretenimento, mas que durante seu enredo, um de seus personagens encontrava um funesto fim. Portanto, um gênero artístico trágico.
Há muito tempo, em virtude da globalização e da Internet, as representações teatrais trágicas tem se tornado verdade, e neste dia 07 de Abril, se tornou realidade no bairro de Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Brasil. Onde Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, um jovem esquizofrênico, portando 02 revolveres e muita munição, alvejou vários estudantes numa escola pública, tirando a vida de 12 adolescentes, sendo 10 garotas e 02 garotos, e ferindo gravemente outras 11 crianças, portanto um saldo de 24 vítimas.
Há muito tempo, em virtude da globalização e da Internet, as representações teatrais trágicas tem se tornado verdade, e neste dia 07 de Abril, se tornou realidade no bairro de Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Brasil. Onde Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, um jovem esquizofrênico, portando 02 revolveres e muita munição, alvejou vários estudantes numa escola pública, tirando a vida de 12 adolescentes, sendo 10 garotas e 02 garotos, e ferindo gravemente outras 11 crianças, portanto um saldo de 24 vítimas.
Diante de tudo isto, é preciso que nós, seres humanos, individual e coletivamente, venhamos refletir sobre o que somos, sobre o que queremos ser e a sociedade que queremos ter. Até quando poderemos bradar que somos seres inteligentes, racionais e civilizados?
Se somos seres sociais, por onde anda o instinto de sobrevivência coletivo? Porque nos tornamos tão intolerantes com os outros? Porque perdemos a essência do comunitarismo e da solidariedade humana?
As vezes, chego a pensar se essas tragédias, são realmente resultados da psicose, da esquizofrenia ou loucuras de alguns ou mesmo resultado de nossa insensibilidade com o outro, com a natureza ou contra as culturas diversas deste nosso mundo.
Enfim, é um momento para não só chorarmos pelos entes queridos, amados e inocente que se foram. Mas, momento de repudiarmos todo ato intolerante, gritar pela liberdade da paz, pela tradição pura e natural do amor.
É preciso manifestar a bondade, a ética humana sem restrição, a religiosidade e a pureza das tradições. Viva em comunidade, viva em família e viva em paz!
Não vamos permitir que atos como de Realengo se torne uma verdade, tradição e realidade na nossa sociedade e no nosso Brasil.
Seja você um promotor da paz! Denuncie a violência e não aceite a intolerância!
Oremos!
Autor: Raul Nogueira Santos Filho
Twitter: @nogstory; e-mails: nogstory@gmail.com e nogstory@hotmail.com
Insubstituível!
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
-E Beethoven ?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.....
O funcionário fala então:
- Ouvi essa história esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Renato Russo? etc...
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.
Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' ..
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . .. apenas peças.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."
"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito. ...". É bom para refletir e se valorizar!
Um boa semana, vocé é insubstituível!
(Autor Desconhecido)
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
-E Beethoven ?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.....
O funcionário fala então:
- Ouvi essa história esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Renato Russo? etc...
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.
Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' ..
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . .. apenas peças.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."
"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito. ...". É bom para refletir e se valorizar!
Um boa semana, vocé é insubstituível!
(Autor Desconhecido)
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Poemas de Elen Capesi
[Saudade]
Hoje ao me olhar no espelho...
Só o que vi foi nostalgia.
Acordei sentindo saudades.
De tempos remotos,
De momentos recentes,
Saudade até do que não vivi.
De pessoas e de lugares,
De aromas e de sabores...
Saudades de olhares,
De sorrisos...
Sinto falta de transparência, de sinceridade.
De quando eu acreditava...
De cafuné de um amigo,
De um sorriso inocente,
E de abraço apertado!
******
[Presente]
Dia desses um amigo sem querer se aprofundar no assunto, me disse:
Jogue no lixo o termômetro de medir seu temperamento.
Apenas viva suas variações de humor, sua inconstância,
Sua ânsia por estar só...
Sua carência de abraço e atenção!
Afinal, cada momento, inclusive este que gasta lendo essas palavras
Nunca mais se repetirá.
Elen Capesi
Obs:
1º. Elen Capesi é uma amiga que aprendeu a transformar as palavras em verbos.
Seus cantos tornam-se encantos, e suas letras em magias.
2. Tomei a liberdade de intitular.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Chuvas de lágrimas inundam o Sul de Minas e Região Serrana do Rio de Janeiro
Desde o último dia 11 de Janeiro, o Brasil e o mundo acompanham as notícias sobre a tragédia causada pelas chuvas que desabaram sobre a Região Serrana do Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais. As chuvas dizimaram centenas de homens, mulheres e crianças. Famílias inteiras tiveram seus sonhos, suas conquistas e projetos interrompidos no piscar de olhos.
É enternecedor ver o rastro de destruição deixado pelas chuvas: casas, mobiliários, roupas, brinquedos, carros e outros objetos. Agora, tudo não passa de lixo e montanha de destroços. As imagens de hoje reportam-nos num ambiente apocalíptico e de pós-guerra.
Entretanto, estas não são, e não serão, as maiores e piores perdas. Triste mesmo é ver, ouvir e interpretar o sentimento de dor, de perda e de abandono daquelas pessoas que perderam seus entes queridos. A esposa que aquecia o esposo e afaga seus filhos; o esposo que amava sua esposa e provia o sustento do lar; os filhos que na sua movimentação diária alegravam a casa. Todos não estão mais ali, somente a solidão, o soluço e as lágrimas. Lágrimas que inundam os corações dos feridos, dos amigos e de um país chamado Brasil.
Agora não é hora de julgarmos ou procurarmos os culpados. É hora de sermos solidários, companheiros, conselheiros e confortadores. Somente Deus será capaz de proporcionar aos órfãos, as viúvas e viúvos a verdadeira e única paz que precisam, e assim secar este torrencial de lágrimas. Oremos.
Autor: Raul Nogueira Santos Filho.
E-mail: nogstory@gmail.com / nogstory@hotmail.com / Twitter: @nogstory
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